Som no Caixão #03 - Libre



Olá ouvintes e fãs de música obscura que povoa nosso Brasil sem dó nem piedade. Bem vindos de volta ao Som no Caixão, o #podcast no qual fazemos a resenha e apologia a um artista ou banda de pouca divulgação no Brasil, e analisamos um de seus álbuns para fazer os ouvintes balançarem a cabeça. É tempo de calor, calor chama reggae, reggae chama um monte de outras coisas e os vizinhos chamam a polícia se o som incomodar.


No terceiro episódio de Som no Caixão, fumaremos o álbum Libre, do muito talentoso e consciente cantor compositor de reggae Abdou Day.

O episódio está aí abaixo. Ergam seus braços ao movimento rastafári e caiam dentro do som.

Links relacionados ao episódio:
Vídeo da música Andhea Ahia Atsika
Arte da capa do álbum
Baixe o álbum inteiro, é livre para ouvir e compartilhar

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9 comentários:

  1. aaaah sonzera #roots essa bateu no coração +pensadorlouco , pensei que só ia sair música do pessoal das calça apertada.... kkkk valew pelo #reggae

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    1. Michel, que bom que gostou. Realmente, quem me conhece tende a achar que só ouço músicas de pessoas cabeludas que tocam guitarras cromadas e não têm amigos, mas não. Sou fã de música e isso independe de gênero, desde que seja boa.

      Aqui no Som no Caixão, passarei sempre por vários, e diametralmente opostos, estilos e espero sempre abrir essa diversidade nos ouvintes também. Grande abraço e obrigado pelo comentário. 8)

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  2. Parabéns meu genro querido amei mesmo!!!!!

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    1. Minha querida sogrinha das trevas, fico feliz que tenha gostado. Dever ter sido um choque me ouvir fazendo apologia a músicas que não falam de morte, diabo e unhas encravadas, mas eu so assim mesmo, diversificado.

      Espero sempre tua presença aqui, independente do estilo que for o episódio, para conhecer e participar. Beijão. 8)

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  4. Não curto reggae... mas tu consegues diferenciar... parabéns !!... A propósito... adorei o gatinho miando... hahahaha.... bjs... *_*...

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    1. Peter, brigadaço pelo comentário.

      E você tem razão: música é uma coisa tão pessoal e intrínseca que é virtualmente impossível agradar a todos. De minha parte, já penso que, sendo bem feito, quaisquer estilos podem render músicas excelentes, mas é como eu disse, coisa pessoal.

      E creio que seja isso que tornou teu comentário ainda mais válido. Você não gosta de reggae e, ainda assim ouviu o episódio com mente aberta mesmo sabendo disso (afinal, a descrição do episódio e a imagem escancaram que o estilo do álbum é esse). Mostra que você é um bom ouvinte de música, deu o braço a torcer e ouviu o cast pelo episódio em si, não torcendo o nariz por causa do álbum resenhado.

      Grande abraço e muito obrigado pelo comentário e visita. Sempre haverá vários estilos rascunhados aqui, espere novidades em todos (blues, rock, gótico, heavy, MPB, death, jazz, o que for) e sei que algum acabará agradando. Beijos também. 8)

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  5. Para tua integridade física, é bom que esses dois comentários te chamando de genro sejam da mesma pessoa, e que essa pessoa seja minha mãe... Estou de olho senhor P o.O

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    1. Como? Quem? Quando? 8)

      Minha musa, não apenas você já é um objeto de uso pessoal meu, e vice-versa, como isso também é pessoal e intransferível. Além do que, uma mulher é um acessório complicado para que um cabra consiga gerenciar mais de uma. Isso fora que ter duas sogras seria como meter o ovo esquerdo em dois liquidificadores ao mesmo tempo.

      Te amo, valeu pela presença e comentário. 8)

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