Som no Caixão #06 - Violeta de Outono


Olá ouvinte e bem vindo de volta ao Som no Caixão, um podcast sobre músicas, bandas e artistas pouco conhecidos desse mundo que transformaria Mozart em jingle de comercial pra vender creme contra hemorroidas.

Agora que esse inferno pop que é o carnaval passou (sim, carnaval é o diabo que os carregue, detesto e sei que em nada tem a ver com a festa real e popular original, é apenas uma babaquice criada pra vender mais cerveja, alavancar eleição e fazer gringo comprar mais viagra) vamos a um episódio especial, sobre um grupo pelo qual sou completamente apaixonado e que merece todo o destaque entre o mar de nojo que é a música pop nacional.

Nosso episódio de hoje, o primeiro sobre uma banda brasileira, é uma pura homenagem ao Violeta de Outono e seu primeiro álbum homônimo. Um trabalho fantástico pontuado por psicodelia pura, progressivo, rock, blues e alguns sombrios toques de pós-punk.

Clique abaixo para ouvir o episódio, baixe no seu smartphone (o link do feed está no topo à esquerda do site), mp3 player e ajude o mundo a conhecer uma banda que merece todo o louvor e conhecimento que puder.

E deixem seus comentários, por e-mail, aqui no post ou via redes sociais. Todos serão lidos e muito bem vindos. Abração e espero que curtam.

Links relacionados ao episódio:
Site oficial do Violeta de Outono
Compre o álbum, que vale muito a pena
Canal do Violeta de Outono no youtube
DVD oficial Violeta de Outono e Orquestra completo no youtube
Capa do álbum

Faça o download do episódio (duração 0:51:00 - tamanho 40,9 mb)
Download via torrent


4 comentários:

  1. Olha pensador, sou desse grupinho que ganhou o muito bem flipper e só passei pra deixar meu parabéns pelo programa e por divulgar tanta coisa que ninguém conhece. Conheci o violeta no início dos anos 90 quando assisti em são paulo e fiquei fã no ato, tendo ouvido todos os trabalhos que pude botar a mão em cima. muito legal mesmo. Só queria deixar a pergunta de, que eu ouço muitos casts, porque tu teima em gravar sozinho? Não ficava melhor se tivesse mais gente pra debater os álbuns e discos? abraço por trás e parabéns de novo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oláááá Marcelo, e um triplo "muito bem, Flipper!" pra você!

      Sei que muitos diriam que Violeta de Outono não é tão desconhecida ao ponto de participar do Som no Caixão, mas eu discordo principalmente por ser uma banda ainda em atividade, que tem todo um perfeito e fodástico universo musical a oferecer e que muita gente nem sabe que existe, preferindo considerar que no Brasil só se ouve Latinos e Luans por aí afora. É justamente por isso que criei este podcast, pra dar ao povo alternativas. E fico muito feliz por tanto você ter comentado quanto por já conhecer o grupo.

      Quanto ao gravar sozinho, serei justo ao dizer que está nos planos ter mais participantes. O problema é que a vida é tão atropelada que por vezes é muito difícil achar tempo até de planejar, gravar e editar sozinho, mas deve acontecer e em breve. Outro motivo é que, ao criar esse cast, queria mesmo dar enfoque à divulgação dos artistas mais do que a minhas resenhas e babações de ovo em sim, mas encontrarei em breve um meio termo.

      No mais, volte sempre. Muito obrigado pelos parabéns. O tal abraço eu dispenso sem mágoa. 8)

      Excluir
  2. fala aqui é o Renato de Tatuapé. Não sabia dessa e o estilo da guitarra é muito bom mais só a vos é meio fraca. to acompanhando todos. valeu.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Saudações, Renato.

      Obrigado pela participação e, pra te ser sincero, já ouvi vários comentários a respeito da voz no Violeta de Outono similares. Sei que muitos consideram que, pra uma banda com um estilo tão fervoroso de guitarra, a voz deveria ser mais rasgada e com mais cara de rock mas, daqui do meu lado, eu a considero um adição perfeita ao contexto musical na qual é inserida.

      Não duvido que Fábio Golfetti poderia fazer outra linha de voz, se quisesse, mas admiro sua voz zen e perfeitamente condizente com o estilo que eles tocam. Uma voz calma, serena, como você poderia encontrar em um sábio místico em uma terra mágica qualquer, e ela casa certinho com seus solos e harmonias viajantes. Mas é claro, cada um prefere de uma forma. Ao menos concordamos que ele é um mestre na guitarra.

      Grande abraço acompanhado de voz meditativa, e volte sempre. 8)

      Excluir