Cômicos Enquadrados 05 - Uma Dose de Orrô


 

Olá ouvinte correndo em desespero para tentar inutilmente se proteger do fantasma recém saído das páginas do gibi, e bem vindo de volta ao Cômicos Enquadrados. Em nosso quinto episódio, ainda comemorando o mês do halloween, recebemos no Teatro Escuro Evaristo Ramos (Paralelos), Almir Ribeiro (Curva de Rio), Tiago Trabuco (Trabuco Show), e Jotta Santos (Água de Muringa), além de uma participação de Marcos Robles (Esculhamados), indicando HQs que gelarão o sangue em tuas veias mesmo sob o calor brasileiro. Então prepare-se para ter a alma arrancada a garras infectas, ao virar cada página destas satânicas dicas do que ler de noite. Sozinho. No escuro.


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Comentários

  1. Foi uma honra ter participado desse programa com vocês, mais uma vez fica meu agradecimento pelo convite e pela chance de espalhar a palavra de horror do mestre, nesse caso do Junji Ito e não do deus Rob Liefeld, que foi citado no programa.
    Espero que gostem do programa e prometo que das próximas vezes que aparecer eu não citarei o nome do Liefeldinho apenas uma vez.

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    1. Mano, eu amo todos os Cômicos que gravamos até hoje, mas este ficou especial. Quer dizer, todos são mas neste ficou redondinho. O som tava bão, o papo perfeito, não teve queda de luz nem de internet. Ficou o ó do borogodó.

      E tudo isso graças a você e aos demais participantes. A conversa foi curta, rasteira e divertida, com piadalhas e momentos sérios, e não tenho do quê reclamar. Até o liefeld, o qual parece estar se tornando uma sub-deidade nefasta (até Deah Shaggur lascar o lombo dele, claro), teve um momento de alívio cômico foda.

      Obrigado por ter participado. Abração. 8)

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  2. Mais um cast duca!
    Das hqs citadas eu já li a Providence e pqp, é foda demais... recomendo demais tbm.
    Quanto as outras obras já estou adquirindo e lerei em breve.
    Mando os parabéns especiais para o guardião da kripta... a introdução ficou espetacular!
    Um grande abraço a todos os envolvidos!

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    1. Grande Norberto, meu marvete do coração, sabia que vossa senhoria já tinha lido Providence. É um troço de escangalhar a alma mesmo. Alan Moore levado às últimas e mais aterrorizantes consequências.

      E que bom que você faz parte do grupo de ouvintes, porque lá tem... hã... mais acesso a todas as HQs mencionadas no papo, haha. Arram, de qualquer forma, leia todas que são excelentes. Aliás, o Robles fazendo a introdução ficou sensacional mesmo.

      Abração e obrigado novamente. 8)

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  3. Eu nunca fui muito de quadrinho de terror, acho que sempre preferi os filme mais gostei muito do papo e chegou a dar uma pontinha de curiosidade pra ler. Quem sabe, se uma pula do armário em mim tipo jumpscare kkk
    Zoeira já tinha ouvido fala do junjiito só não li ainda pq dá medinho só pelo que tu fala kkk
    Beijinho e cuidado com os canto escuro kkkkkkkk
    Estella Pinheiro

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    1. Olá de novo Estella, que bom que está curtindo o Cômicos Enquadrados e principalmente num episódio tão aterrorizante. É sempre muito bom saber que ouvintes comentam mesmo sobre temas de episódios não membros de seus gostos pessoais.

      Não sei se recomendaria alguma destas recomendações pulando em você num momento desprevenido (umas delas tendem a ser bem carnívoras), mas se der vontade de ser caia dentro. E Junji Ito não tem erro, sempre bom em nos apavorar a alma.

      Abração e volte sempre. 8)

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  4. Fala, Pensador, galera monstro mesmo! Chega me dar calafrios só de imaginar esses rostos nos chats do grupo do Telegram. Oh, povo feio!
    Brincadeiras a parte, eu cresci apaixonado por esse gênero de quadrinhos. Lendo as revistas com papel de qualidade duvidosa, se duvidar muito , quase um papel de jornal. Edições geralmente em preto e branco, já que o recurso da cor tornava as obras mais caras e inacessíveis ao consumidor médio na época. Fui apresentado ao terror em quadrinhos por um tio, já que meu pai, querendo preservar a sanidade do filho - batalha perdida desde sempre - só me trazia as revistas da Disney e turma da Mônica, que também são ótimas em seu gênero. Para quem não viveu este capítulo dos quadrinhos, as edições eram todas estilo "revistinha",os famosos Gibis. Alguns especiais eram produzidos de tempos em tempos com um tamanho um pouco maior e com qualidade de impressão mais bonita, algumas até ostentavam cor nas suas páginas, dando ênfase ao enredo sangrento.
    Importantíssimas neste cenário as publicações das editoras Rio Gráfica Editora (RGE) , Editora Brasil América Ltda (Ebal) , Editora Record sob a batuta do saudoso Ota e Editora Bloch só pra mencionar algumas que eu contava os dias para chegarem às bancas. Elas mandavam no gênero com publicações como "3ª visão", que tinham uma linha editorial voltada ao terror de ficção científica, a Cripta do terror, a revista "Kripta" (com K) que ficou bem famosa nos anos 70, Mestres do terror, Calafrio e o selo Capitão mistério que publicava a revista Drácula em cores.
    A própria Marvel teve na época suas revistas de medinho, como " A tumba de Drácula " que também apostava no colorido nas páginas.
    Reconheço que a melhoria da qalidade gráfica, impressões mais primorosas e roteiros aterrorizantes e artes extremamente realistas das novas obras do terror só contribuem para que eu continue como fã incondicional do gênero
    Aliás uma obra recente que gostei bastante, pra atender os DCnecos de plantão, foi a trilogia do Batman X Drácula, (Chuva Rubra, Tempestade de Sangue e Bruma Escarlate) onde o Homem morcego acaba se tornando um morcego de verdade.

    Só para constar, eu li o mencionado encontro de Tex e Zagor, que podemos resumir assim: Um moleque metido a besta que virou "puliça" encontra um Véio que adora andar de camiseta regata mostrando os músculos. Os dois ficam em uma competição de medir o tamanho do pau e, no final, o Véio encarna a mãe Diná e dá uns Spoilers sobre o que vai acontecer na vida do moleque.

    Bom,este comentário já está ficando muito longo. Me desculpe, voce sabe que terror é uma das minhas paixões e me empolgo com qualquer mídia que traga aquela sensação de travamento furicular.
    Um abraço!

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    1. Doutor Sérgio, muito obrigado pelo apoio, por acompanhar e por este comentário fodaço.

      Nem sei como te responder, você fez um tratado de tudo o que penso quando a horror em quadrinhos. Desde moleque eu caçava em bancas publicações com enfoque no sobrenatural, nos monstros, no cagaço em arte sequencial. Fosse as editoras que você mencionou (a marvel mesmo comecei lendo sua fase monstros, da qual inclusive surgiu o Hulk e o Quarteto), e muitas das nacionais, que por problemas de distribuição às vezes nem passavam de duas ou três edições antes de fecharem (infelizmente).

      Hoje, sempre que posso colocar minhas garras em edições do tipo nem penso duas vezes. Quadrinhos de horror estadunidenses eram bons, mas depois veio uma galera europeia que levou tudo a um novo patamar, com estórias mais criativas e aterrorizantes. E não parou até hoje.

      Talvez a maior prova (contra os detratores eternamente dizendo como este estilo é algo menor ou danoso) seja o fato de que HQs de terror nunca pararam de ser publicadas e/ou de fazer sucesso. Conforme falei, horror pra todos e todas, medo e calafrios para as massas.

      Terei um prazer enorme em comentar teu comentário no próximo episódio, e novamente agradeço demais por ouvir e ajudar tanto. Abração. 8)

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  5. Episódio interessante, peguei várias obras para por na fila de leitura!

    Acho que meu primeiro contato com terror e quadrinhos foi lendo A Turma do Arrepio! Hahaha! Ok, falando sério, deve ter sido com algum exemplar de A Espada Selvagem de Conan! Afinal muitas das melhores histórias do cimério tem um pé no terror!

    No mais, acho que a experiência como leitor de quadrinhos de terror que mais carreguei comigo foi lendo as fases mais clássicas de "John Constantine, Hellblazer" da finada Vertigo (que o diabo a tenha).

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    1. Mestre Mike, que falta senti de tuas visitas seu sumido do inferno.

      Já ouvi falar de Turma do Arrepio mas duvido que eu saiba até com o que se parece. Acho que eu já era velho quando foi lançado, agora terei que procurar pra sanar isto. Conan era totalmente terror em algumas estórias. Lembro do Espectros do Castelo Rubro logo de cara, e gostava muito.

      Constantine eu vi nascer quando no Monstro do Pântano, e sempre fui fã.

      Brigadão pela visita, comentário, e volte sempre. Abração. 8)

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